Oferecemos um novo e moderno conceito de hotel para cães em Londrina em um ambiente agradável e com muita área verde, onde não existe gaiolas, seu cãozinho irá para os boxes somente na hora da alimentação e para seu descanso a noite.

Durante o dia os cães se divertem e se sociabilizam com seus amigos. Em nossa estrutura contamos com áreas de grama, areia, cimento, piscina e casa hotel para os pequeninos. Para a total segurança e bom funcionamento os proprietários residem no local.

sábado, 3 de dezembro de 2011

A Verdadeira História do Golden Retriever.

Contam os livros que o golden retriever nasceu de um punhado de cães amarelos russos que, levados a Inglaterra, foram cruzados com outros, para chegar ao tipo que têm hoje. Narram os especialistas, também, que o nome da raça deve-se ao fato de serem cães que têm a pelagem predominantemente dourada; daí o golden no seu nome, palavra que se refere a essa cor, em inglês. Já, a palavra retriever, que significa “aquele que resgata”, “apanhador”, alude, segundo as enciclopédias, ao fato de o cão ter sido utilizado para trazer com a boca a caça abatida, que caía na água, já sem vida, depois do tiro do seu algoz. Ele a apanhava e a trazia ao seu dono. Por isso o nome de “apanhador dourado”. Até poderia ser tudo verdade, não fosse outra – e menos simples - a história verdadeira.
Para retratá-la em detalhes fidedignos, bem como para que se entenda de onde surgiu o nome golden retriever, que tem mais significado e sentido do que a própria etimologia da palavra sugere, precisamos voltar ao século XIX, numa casa de campo na Europa insular.

Madame Majoribanks estava farta de brigar com seu marido, Sir Dudley Majoribanks, ou Lorde Tweedmouth, título pelo qual o nobre era mais conhecido. Todos os dias, era a mesma coisa: o nobre aristocrata inglês saía para cuidar das fábricas e fazendas e voltava tarde para casa, ansioso pelo jantar. A mulher ficava só, coordenando os empregados e rodeada dos cães perdigueiros, setters e spaniels do marido, como era comum na Bretanha de cento e cinqüenta anos atrás, entre as famílias de sangue azul.

Madame Majoribanks, todavia, não podia convidar suas amigas, a Condessa de Wiltonshire e a Duquesa de Canternorthburg, para um copo de chá, ao cair da tarde. É que os cães, alvoroçados, não deixavam os convidados em paz. Se entrassem em casa, pulavam nos sofás e poltronas, derrubavam o chá com seus rabos, e não paravam de se esfregar nas visitas. Se ficassem do lado de fora, preso ou soltos, não importa, não paravam de latir. De noite, com a volta do marido, os cães novamente se ouriçavam. E nem ele, nem os cães se interessavam pela esposa.

Madame Majoribanks viu, então, que depois de dez anos de casamento, com prosperidade, lavouras, fábricas e ….cães, muitos deles, sua relação com o marido estava por um fio. Eles nem mais se olhavam nos olhos. Apáticos, apenas se cumprimentavam num ritual mecânico de ‘bom dia, olá, tudo bem com você hoje?’. E não havia solução para esse problema.

Até que, num sábado qualquer, o marido saiu cedo para caçar com os amigos barões, levando os cães consigo, como de hábito. A esposa, então, se produziu, chamou a pajem, e foi a cidade com ela. A carruagem as levou para uma Londres escura e chuvosa, onde viram um desfile colorido pelas cinzentas ruas. Era a companhia de circo russa, recém-chegada à cidade.

Atraídas pela música e pelos artistas, malabaristas e bailarinos, as duas seguiram o cortejo até a entrada do circo. Lá, no picadeiro, as damas viram a exibição de oito cães amarelos de pêlo longo, que obedeciam fielmente ao seu treinador. Encantada, Madame Majoribanks conversou com o dono do circo, que lhe contou ter encontrado os cães nas montanhas do longínquo Cáucaso, e não demorou muito a treiná-los. Numa atitude impulsiva, e sempre pensando em agradar o marido, que tanto apreciava cachorros, ela  ofereceu uma boa quantia em dinheiro, ouro e jóias por dois dos cães amarelos.

O dono do circo resistiu à oferta, que foi triplicada, e ele acabou vendendo não só dois, mas os oito cães ao Lorde Tweedmouth, que sequer sabia daquela aquisição.

No cair da noite, Madame Majoribanks chegou à sua propriedade levando os cães consigo. O marido já a esperava nervoso e aborrecido, quando ela desceu da carruagem e lhe ofereceu os animais como presente. O Lorde resisitiu, esboçou um sorriso sem graça e, por fim, esbravejou: - nossa, o que vou fazer com esses cães sem raça? Já tenho spaniels e setters das melhores linhagens…vou ter que agüentar esses cães amarelos agora?

E, nos dias que se seguiram, o casal se afastou mais. A mulher ficou triste porque o marido não gostou dos cães e o marido bravo, porque a mulher não comprou bloodhounds, que eram ótimos sabujos farejadores, ou greyhounds, fabulosos velocistas.

Mas os cães foram muito dóceis com todos. Os outros cães, os criados, e até a Condessa de Wiltonshire e a Duquesa de Canternorthburg, passaram a achá-los companhias agradabilíssimas. Afinal, diferentemente dos outros cachorros, eles faziam companhia quietos para a esposa durante o dia de trabalho.

Um dia, o Lorde Tweedmouth partiu para uma caçada e os cães foram juntos. Eles não eram exímios farejadores, como os sabujos e os spaniels, mas, quando os marrecos foram alvejados e caíram n’água, os animais foram até lá mais rápido que os outros cães e trouxeram ao Lorde a caça, sem danificá-la, ao contrário do que os water spaniels faziam. Pela primeira vez, Lorde Tweedmouth ficou feliz e afagou a cabeça do mais peludo deles, chamado Nous.

Sir Dudley voltou para casa e, pela primeira vez em semanas, falou com a mulher, entusiasmado. Contou dos cães amarelos e do que haviam feito. Naquele dia o Lorde deixou que os cães amarelos dormissem ali, em volta da sua cama. E eles ficaram lá, dormindo. Nous, literalmente no pé do casal.

No dia seguinte, quatro dos cães acompanharam o Lorde ao trabalho nas fazendas e os outros ficaram em casa com a esposa, que mandou preparar e servir os patos da caçada. E ela e o lorde, pela primeira vez, em muito tempo jantaram juntos. Sorridentes. A alegria, subitamente, voltava a casa. Os tempos dourados estavam voltando.

Os cães amarelos trouxeram a alegria de volta ao lar dos Tweedmouth. A madame agora tinha companhia quando o marido saía para trabalhar e quando recebia sua amigas para o chá das cinco. De noite, o casal era feliz junto, com Nous e os outros cães amarelos ao redor. E naqueles anos que se seguiram a alegria reinou e os Tweedmouth tiveram filhos. Foram anos dourados.

Os cães amarelos resgataram a felicidade daquela família, que estava perdida, distante. E daí ficaram eles conhecidos por “golden retrievers”. O golden em alusão aos anos dourados e momentos tão preciosos que esses cães proporcionaram aos Tweedmouth. E o retriever, em homenagem àqueles que resgataram e trouxeram a felicidade de volta à família de Sir Dudley e Madame Majoribanks.

E ainda hoje é assim: por onde passa, o golden retriever apanha e traz a felicidade, transformando em anos dourados aqueles que virão, para os donos e para todos aqueles que os rodearem e estiverem em sua companhia.

Ah…e quanto aos cães russos, conta a lenda que eles cruzaram com os water spaniels, os setters e até com bloodhounds dos vizinhos, formando uma linda e grande família amarela, que povoou de alegria, companheirismo, docilidade e inteligência os quatro cantos do mundo.
Artigo escrito por Alfredo Migliore.

domingo, 13 de novembro de 2011

Displasia coxofemural

A displasia consiste em um defeito genético que causa a má formação das articulações do cão, esse problema em geral ocorre na articulação entre a bacia e o fêmur do animal (coxofemural) ou no cotovelo, podendo também ocorrer em ambas. Pode desenvolver-se em todas as raças de cães em iguais proporções entre machos e fêmeas mas, é mais comum em cães de porte grande e gigante, principalmente os de crescimento rápido.


Com o mal encaixe dos ossos o cão começa a mancar e, dependendo da gravidade da doença, pode ficar impossibilitado de andar. Sendo a displasia um problema genético, os cães portadores não devem ser reproduzidos de jeito nenhum, para evitar a propagação do mal. A displasia é transmitida de forma hereditária, sendo recessiva e poligênica o que significa que seu aparecimento ou não no cão é determinado por mais de um par de genes, assim pode acontecer que dois cães que apenas manquem (forma leve do problema) tenham filhotes impossibilitados de andar (forma grave do problema).


Porém, a genética não é o único determinante, o ambiente e a maneira como o filhote é manejado também influenciam no aparecimento do mal. A melhor maneira de minimizar os impactos ambientais é evitar que o cão se submeta a traumas, esforços exagerados e pisos escorregadios (principalmente durante a fase de crescimento) e excesso de peso (obesidade). Alterações hormonais também podem contribuir para o problema. Níveis muito altos de estrógeno e relaxina na cadela podem influir no desenvolvimento ósseo do filhote durante a gestação e/ou a amamentação. Outros hormônios que também podem causar problemas são o hormônio do crescimento e a insulina.


Os sintomas da displasia aparecem a partir dos seis meses de idade. A partir dessa idade o cão pode começar a sofrer dores, andar mancando e apresentar atrofia muscular, além disso o cão se recusa a trotar e pode apresentar uma postura de “X” nas patas posteriores quando parado (patas posteriores cruzadas). A partir dos três anos aproximadamente a doença entra em outra fase na qual a doença se agrava pelo aparecimento da artrose. O diagnóstico definitivo, contudo, só é fornecido pelo exame de raio X.

Segundo o raio X os cães se dividem em cinco categorias: Sem sinal de displasia; com articulações próximas do normal; displasia leve; displasia moderada e displasia grave quando ocorre a luxação da articulação. Estes níveis são ditos respectivamente HD-, HD+/-, HD +, HD ++ e HD+++. Alguns consideram que cães HD +/- podem ser crusados com cães HD- mas o mais recomendável é cruzar apenas os cães normais e de preferência os que também tenham parentes normais.


Referências utilizadas:


  • Dr. Edgard L. Sommer e Carlo L. Grieco,publicado na revista Nosso Cão
  • Enciclopedia do cão Royal Canin

Saúde- Torção Gastrica

Mal caracterizado pela rotação do estômago dentro do corpo do animal, impedindo a circulação do sangue e podendo levar a morte rápida do animal se este nao for atendido rápidamente. Este roblema atinge algumas raças com maior freqüência que outras, mas não é impossível de ser diagnósticado em cães sem raça. A torção gástrica se dá quando os cães, após refeições muito abundantes ou rica em alimentos fermentáveis e de difícil digestão realizam movimentos bruscos como correr e pular, o estômago muito cheio (possivelmente com gás oriundo da fermentação da comida) pode girar sobre seu eixo e se torcer, impedindo assim a circulação. Este é um problema extremamente grave e que se não for tratado cirurgicamente, rapidamente leva o cão à morte.

A torção gástrica se manifesta especialmente em raças de porte grande e gigante (quanto maior o cão, maior o risco). A melhor maneira de evitar a torção é impedir sempre o cachorro de “encher demais a barriga”, rincipalemte com alimentos que ele não digere bem. Oferecer uma alimentação adequada é muito imotante ara ajudar a evitar a torção gástrica. Dar sempre alimentos de fácil digestão ao cão, dividir sua porção diária de alimento em pelo menos duas refeições (para evitar que ele coma muito de umavez só ), permitir que o cão descanse após as refeições, com tempo para digerir os alimentos sem fazer movimentos muito bruscos. É aconselhável não estimular o cão a se exercitar logo depois de comer, espere elo menos 1 hora antes de chamá-lo para brincar.
Em cães de raças muito altas deve-se evitar colocar o prato de comida na altura do chão fazendo com que o cão se esforce muito para comer, isso faz com que o animal engula ar enquanto come, deixando seu estômago fique mais cheio e com gazes, favorecendo a torção gástrica. O prato de comida deve ser colocado sobre algum tipo de suporte ficando numa altura mais adequada para que o cão se alimente de pé.
Embora possa acometer qualquer cão de grande porte ( e as vezes alguns cães nem têm grandes), a torção é mais freqüente em cães de tórax profundo e estreito e com idade mais avançada (principalmente acima dos 7 anos). Embora esse mal seja mais relacionado ao ambiente e aos cuidados que o cão recebe é possível que cães com histórico familiar de torção gástrica sejam mais suscetíveis a ele.
Quando ocorre a torção gástrica os primeiros sintomas são inquietação, produção de baba e mal estar, em seguida o cão tenta vomitar mas não consegue (quando o estômago está torcido, ambos seus orifícios, piloro e cárdia, estão fechados o que impede a saída do alimento tanto como vômito e como fezes), suas mucosas começam a ficar pálidas e ele começa a ter dificuldades para respirar (devido a compressão da caixa toráxica), o abdômen começa a inchar e o cão pode perder a consciência. O socorro imediato é a única chance do cão nestes casos, algumas vezes o proprietário espera acreditando que o problema vai passar o que pode levar o cão a morte. O tratamento será cirúrgico. Além dos sintomas citados ocorre a queda da pressão arterial, deslocamento do baço e arritmia cardíaca.
Embora seja um mal que acomete principalmente cães grandes, algumas raças não tão grandes podem apresentar o problema. A Purina realizou um “estudo epidemiológico de torção de estômago em cães” e determinou as 10 raças que mais apresentam a torção gástrica, são elas:


1- Dogue Alemão
2- São Bernardo
4- Setter Irlandês
5- Gordon Setter
6- Poodle standard
9- Old English Sheepdog
10- Braco Alemão de pelo curto


Referências utilizadas:

  • Revista Cães e Companhia
  • Enciclopédia dos cães Royal Canin

Golden Retriever_ Banhos.


O excesso de banhos é fonte de problemas para milhares de Goldens ao redor do mundo. Os proprietários mais inexperientes tendem sempre a antropomorfar o cão, tratando-o como se fosse uma pessoa. 
O Golden possui subpêlo, que é mais difícil de secar e pode ser destruído pelo excesso de banhos. Além disso, a umidade acumulada junto à pele é o ambiente ideal para a proliferação de bactérias que atacam a derme do animal e causam, ainda por cima, mau cheiro. Muitos criadores sugerem que o banho só deve ser dado quando o animal estiver realmente sujo e nunca de maneira regular. Uma forma de mantê-los limpos sem abusar dos banhos é lavar somente as patas e as laterais do cão com água, mas sem nenhum xampu. Nos banhos mais completos, comece sempre com uma escovação. Nós molhados tornam-se praticamente impossíveis de tirar. Nunca dê banhos com frequencia menor do que 15 dias e use sempre um xampu canino e de boa qualidade.
Um Golden escovado regularmente e com uma pelagem normal é bastante fácil de ser limpo. No entanto, alguns animais possuem a pelagem mais fina e mais macia do que o normal da raça. Nesses casos, o número de nós será muito maior, principalmente atrás das orelhas e nos locais onde a pelagem forma pequenas plumas, como na traseira e no rabo. Os nós menores saem com uma escova metálica, os maiores precisarão ser removidos. Não use tesouras, já que elas podem facilmente ferir o cão, se ele resolver se mexer. No mercado já existem os aparelhos chamados quebradores de nós. Mas você só vai precisar de um se o seu cão tiver essa pelagem especialmente mais propensa à formação de nós. Nesses casos, você também precisará escovar as áreas-problema mais frequentemente.

fonte: Bichos em casa

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

1ª Cãominhada Solidaria do Colégio PGD.

A Cãominhada será realizada no Dia 20 de Novembro 2011, as inscrições deverão ser feitas do Pet Shop Planeta Animal ao adquirir 01 caixa de vermífugos o qual será doado  ao projeto Viva Bicho.
Endereço: Rua Névio Soriani, 81- Chacara Marilia.
Maiores informações Colégio PGD.